DA EFE, EM ROMA
O eixo da terra pode ter se deslocado cerca de 10 centímetros da sua rotação com o terremoto de 8,9 graus de magnitude na escala Richter que atingiu o Japão nesta sexta-feira, segundo um estudo preliminar do INGV (Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia) da Itália.
O INGV, que desde 1999 estudou os diversos fenômenos sísmicos registrados na Itália, como o devastador terremoto da região dos Abruzos de 6 de abril de 2009, explica em uma nota que o impacto do terremoto do Japão sobre o eixo da Terra pode ser o segundo maior de que se tem notícia.
Ainda de acordo como comunicado "O impacto deste fato sobre o eixo de rotação foi muito maior que o do grande terremoto de Sumatra de 2004 e provavelmente é o segundo maior, atrás apenas do terremoto do Chile de 1960".
TREMOR
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), O forte terremoto de magnitude 8,9, seguido por um tsunami com ondas de até dez metros de altura, atingiu a costa nordeste do país nesta sexta-feira. Trata-se do pior tremor a atingir o país desde que começaram a ser feitos registros, no final do século 19.
O tremor desta sexta foi seguido por ao menos 19 réplicas, algumas delas de magnitude 6,3. Cidades e vilarejos ao longo dos 2.100 quilômetros da costa leste do país foram afetados por violentos tremores que atingiram até a capital, Tóquio, localizada a 373 quilômetros de distância do epicentro.
O terremoto ocorreu às 14h46 da hora local (2h46 em Brasília) e teve seu epicentro no Oceano Pacífico, a 130 quilômetros da península de Ojika, e a uma profundidade de 24,4 quilômetros, de acordo com o USGS.
O eixo da terra pode ter se deslocado cerca de 10 centímetros da sua rotação com o terremoto de 8,9 graus de magnitude na escala Richter que atingiu o Japão nesta sexta-feira, segundo um estudo preliminar do INGV (Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia) da Itália.
O INGV, que desde 1999 estudou os diversos fenômenos sísmicos registrados na Itália, como o devastador terremoto da região dos Abruzos de 6 de abril de 2009, explica em uma nota que o impacto do terremoto do Japão sobre o eixo da Terra pode ser o segundo maior de que se tem notícia.
Ainda de acordo como comunicado "O impacto deste fato sobre o eixo de rotação foi muito maior que o do grande terremoto de Sumatra de 2004 e provavelmente é o segundo maior, atrás apenas do terremoto do Chile de 1960".
TREMOR
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), O forte terremoto de magnitude 8,9, seguido por um tsunami com ondas de até dez metros de altura, atingiu a costa nordeste do país nesta sexta-feira. Trata-se do pior tremor a atingir o país desde que começaram a ser feitos registros, no final do século 19.
O tremor desta sexta foi seguido por ao menos 19 réplicas, algumas delas de magnitude 6,3. Cidades e vilarejos ao longo dos 2.100 quilômetros da costa leste do país foram afetados por violentos tremores que atingiram até a capital, Tóquio, localizada a 373 quilômetros de distância do epicentro.
O terremoto ocorreu às 14h46 da hora local (2h46 em Brasília) e teve seu epicentro no Oceano Pacífico, a 130 quilômetros da península de Ojika, e a uma profundidade de 24,4 quilômetros, de acordo com o USGS.
1 comentários:
Justamente por estar no limiar de gigantescas placas tectônicas, o Japão integra o chamado "cinturão de fogo do Pacífico", como que um copo nas beiradas de uma mesa, o qual resta bem mais fácil acontecer um acidente, o Japão situa-se em cima, praticamente, ou nas "divisas" dessas placas tectônicas que fazem com que hajam movimentos ou abalos sísmico intenso e quase que constantes no terrítório do "Sol nascente". Aliado a isso, o terremoto, como ocorrera no mar, há algumas centenas de quilômetros da costa nordeste, na altura de Fukushima, ao sul da grande Ilha Norte (Hokkaido), causou um maremoto (tsnumani) de grandes proporções, atingindo a costa nordeste do país, afetando e destruindo instalações portuárias, barcos, navios, prédios, arrastando veículos de toda sorte, casas e pessoas, que sucumbiram à fúria da Natureza, com milhares de feridos e desaparecidos, beirando a casa dos dez milhares de pessoas afetadas diretamente pelo tsunami; em um dos desastres naturais mais espetaculares e mortíferos jamais visto, como fartamente transmitido pela mídia.
Com a lembrança do desastre ocorrido na II Guerra, o fantasma que ameaça o Japão, mais do que os constantes abalos sísmicos e réplicas que ocorrem, é a maeaça da radiotividade atômica, haja vista a destruição parcial de reatores atômicos de usinas nucleares, como a de Fukushima, que afetam o meio ambiente, água e alimentos ao redor da usina, afetando as águas do Pacífico, próximas à costa, e o pavor causado pelo transporte de partículas radioativas pelos ventos que assolam a região, para o interior do próprio Japão e de países costeiros ao Pacífico, sendo percebida até fragmentos radioativos de baixa intensidade nas costas da California, nos Estados Unidos.
Assim que, o Japão vive sua angústia pessoal na busca de sobreviventes e a comunidade internacional colabora com doações de alimentos, água, roupas e outros víveres, além de constante monitoramento radioativo por parte do próprio governo japonês e dos Estados Unidos, que enviaram elementos de suas forças navais para ajudar no trabalho de monitoramento radioativo e de segurança do local próximo à usina de Fukushima.
Observadores e cientistas afirmam que o terremoto fora um dos maiores já observados no planeta, tendo causado o deslocamento do eixo da Terra em alguns graus, e que somente observações periódicas e constantes podem aferir, de forma prática e científica, os efeitos de tal deslocamento, que podem, entre outras coisas, afetar o clima da Terra, regime de chuvas, de marés e de temperatura, contudo, ainda carecem de informações mais precisas à espécie.
O Japão sempre sofreu com abalos sísmicos e réplicas, mas ameaça radioativa é a que mais incomoda o povo.
Por último, noticia-se um outro terremoto no Sudeste Asiático, em Mianmar (ex-Birmânia), com efeitos menos potenciais ao ocorrido no Japão, mas com as consequências esperadas, feridos, danos etc.
Este é o nosso Planeta Terra, em constante transformação e movimento, por ser tratar de um corpo vivo, com suas peculiaridades e forças, que alguma das vezes afetam de forma mortal e destruidora, a vida de milhões de pessoas que vivem em sua superfície.
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